Músicas folclóricas

As músicas folclóricas costumam ser cantadas em brincadeiras de rodas. Na maioria dos casos, não se sabe quem é o autor das melodias.

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As músicas folclóricas consistem em manifestações populares e tradicionais que fazem parte da cultura de um povo.

Normalmente, essas melodias são transmitidas oralmente e, geralmente, o autor nunca chegou a ser conhecido ou foi esquecido.

Em muitas situações, essas canções são cantadas em brincadeiras de roda. Isso se faz presente em praticamente todo o país, considerando que na escola os professores costumam organizar essas recreações.

Conheça agora algumas músicas folclóricas e perceba que provavelmente você conhece boa parte dessas letras.

Músicas folclóricas 

Confira abaixo alguns exemplos de músicas folclóricas:

Marcha soldado

Marcha soldado
Cabeça de papel
Quem não marchar direito
Vai preso pro quartel
O quartel pego fogo
A policia deu sinal
Acode, acode, acode a bandeira nacional

Se essa rua fosse minha

Se essa rua
Se essa rua fosse minha
Eu mandava
Eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas
Com pedrinhas de brilhante
Para o meu
Para o meu amor passar

Fui ao Tororó

Fui no Tororó beber água não achei
Achei bela Morena
Que no Tororó deixei
Aproveita minha gente
Que uma noite não é nada
Se não dormir agora
Dormirá de madrugada

Oh! Dona Maria,
Oh! Mariazinha, entra nesta roda
Ou ficará sozinha!

Sozinha eu não fico
Nem hei de ficar!
Porque eu tenho Joãozinho
Para ser meu par!

Meu limão, meu limoeiro

Meu limão, meu limoeiro,
Meu pé de jacarandá,
Uma vez, esquindô lelê,
Outra vez, esquindô lalá

Lá lá lá lá…

A canoa virou

A canoa virou
Por deixá-la virar,
Foi por causa da Maria
Que não soube remar

Se eu fosse um peixinho
E soubesse nadar,
Eu tirava a Maria
Lá do fundo do mar

Capelinha de melão

Capelinha de Melão é de São João
É de Cravo é de Rosa é de Manjericão
São João está dormindo
Não acorda, não!
Acordai, acordai, acordai, João!

Ciranda, cirandinha

Ciranda, cirandinha
Vamos todos cirandar!
Vamos dar a meia volta
Volta e meia vamos dar

O anel que tu me deste
Era vidro e se quebrou
O amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou

Boi da cara preta

Boi, boi, boi
Boi da cara preta
Pega esta criança que tem medo de careta

Não, não, não
Não pega ele não
Ele é bonitinho, ele chora coitadinho

Peixe vivo

Como pode o peixe vivo
Viver fora d’água fria?
Como pode o peixe vivo
Viver fora d’água fria?

Como poderei viver,
Como poderei viver,
Sem a tua, sem a tua,
Sem a tua companhia?

Os pastores desta aldeia
Já me fazem zombaria
Os pastores desta aldeia
Já me fazem zombaria
Por me ver assim chorando
Sem a tua, sem a tua companhia

A barata diz que tem

A barata diz que tem sete saias de filó
É mentira da barata, ela tem é uma só
Ra ra rá, ro ro ró, ela tem é uma só

A Barata diz que tem um sapato de veludo
É mentira da barata, o pé dela é peludo
Ra ra rá, ru ru ru, o pé dela é peludo!

A Barata diz que tem uma cama de marfim
É mentira da barata, ela tem é de capim
Ra ra rá, rim rim rim, ela tem é de capim

Marinheiro só

Oi, marinheiro, marinheiro,
Marinheiro só
Quem te ensinou a navegar?
Marinheiro só
Foi o balanço do navio,
Marinheiro só
Foi o balanço do mar
Marinheiro só

Escravos de Jó

Os escravos de Jó
Jogavam caxangá
Tira, põe,
Deixa ficar
Guerreiros com guerreiros
Fazem ziguezigue zá
Guerreiros com guerreiros
Fazem ziguezigue zá

Alecrim

Alecrim, alecrim dourado
Que nasceu no campo
Sem ser semeado
Foi meu amor
Que me disse assim
Que a flor do campo
É o alecrim

O Cravo e a Rosa

O cravo brigou com a rosa,
Debaixo de uma sacada,
O cravo saiu ferido,
E a rosa despedaçada.
O cravo ficou doente,
A rosa foi visitar,
O cravo teve um desmaio,
E a rosa pôs-se a chorar.

Pombinha Branca

Pombinha branca, que está fazendo?
Lavando roupa pro casamento
Vou me lavar, vou me trocar
Vou na janela pra namorar
Passou um moço, de terno branco
Chapéu de lado, meu namorado
Mandei entrar
Mandei sentar
Cuspiu no chão
Limpa aí seu porcalhão!
Tenha mais educação!

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